quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Cientista da NASA relaciona verões extremos e aquecimento global

O diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos), James Hansen, advertiu que os problemas causados pelas mudanças climáticas são maiores do que se imaginava. Ele disse que suas projeções sobre o aumento da temperatura global são reais, mas admitiu que “falhou” ao não mencionar que ocorre a uma velocidade superior a que estimava. O estudo sobre o tema foi publicado na revista da Academia de Ciências dos Estados Unidos (cujo nome em inglês é Proceedings of the National Academy of Sciences) antecipada após o artigo de Hansen em um jornal norte-americano.
"A mudança climática está aqui e é pior do que pensávamos", disse o cientista. Em 1988, ele esteve no Senado norte-americano para analisar o assunto. "[Há] um panorama obscuro sobre as consequências do aumento contínuo da temperatura impulsionado pelo uso de combustíveis fósseis", disse. "Tenho uma confissão a fazer: fui muito otimista."
 
 
Hansen menciona entre os episódios atribuídos à mudança climática a seca de 2011, no Texas e em Oklahoma, as temperaturas extremas registradas em Moscou em 2010, além da onda de calor que atingiu a França em 2003. As variações climáticas naturais podem ser muito amplas e a relação entre fenômenos extremos e o aquecimento global é tema de intensa controvérsia, segundo o cientista.O diretor reforçou que as recentes ondas de calor estão vinculadas à mudança climática e que a nova análise estatística realizada por ele e outros cientistas da Nasa mostra claramente esse vínculo. Os cientistas da Nasa analisaram a temperatura média no verão desde 1951 e mostraram que em décadas recentes aumentou a probabilidade do que definem como verões quentes, muito quentes e extremamente quentes.
 
 
De acordo com os cientistas, os verões apontados como extremamente quentes se tornaram mais frequentes. Desde 2006, cerca de 10% da superfície em terra no Hemisfério Norte têm registrado temperaturas extremas a cada verão. Hansen disse que é necessário que o público entenda o significado do aquecimento global devido à ação humana.


 
"É pouco provável que as ações para reduzir as emissões de gases alcancem os resultados necessários enquanto o público não reconhecer que a mudança climática causada pela ação humana está ocorrendo", disse o cientista. "E perceber que haverá consequências inaceitáveis se não forem tomadas ações eficazes para desacelerar esse processo."

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Limpeza na Escola Municipal Celida Soares

Gincana ecológica auxilia alunos e comunidade

A Escola Municipal Celida Soares promoveu hoje (07) pela manhã uma limpeza na instituição motivada pela Gincana Ecológica que ocorrerá na próxima sexta-feira (10).


O evento conta com a participação dos alunos, professores e comunidade. A diretora Ana Claúdia declara que a escola tem promovido aos alunos aulas práticas, palestras e artes manuais através da reciclagem de vidros, papeis de vários tipos e garrafas pet que auxiliam tanto na conservação da natureza como limpeza do ambiente além de promover recursos financeiros para as famílias.

“Está sendo muito interessante aprender mais sobre a natureza e como minha família pode até ganhar dinheiro reciclando coisas que poderiam ir para o lixo”, afirma Mateus Santos,09 anos, aluno do 4º ano.
O parque de diversão que fica na frente da escola estava impossibilitado de proporcionar  o espaço para as crianças, devido ao aparecimento de animais peçonhentos e capim alto. “Gostei muito dessa limpeza porque agora eu posso brincar no parque”, afirma Mayara dos Santos de 08 anos, aluna do 3º ano.

O Projeto Semeando o Futuro, que visa o ensinamento de preservação ambiental e práticas de reciclagem, será apresentado na gincana com exposição de materiais confeccionados pelos alunos, plantio de arvores e criação de horta.
A escola ficara aberta á comunidade para visualização da gincana na sexta-feira dia 10 de agosto.




sexta-feira, 3 de agosto de 2012

VERDADES E MENTIRAS SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) é criado sob os auspícios da ONU. Referencia para a criação de um consenso cientifico sobre a medição e a analise do aquecimento global, o IPCC é encarregado de publicar atualizalições regulares sobre o estado de conhecimento a respeito do tema.

O terceiro relatório do IPCC declara como incontestável a evidencia de aquecimento global causado pelo homem, embora os efeitos sobre o clima sejam difíceis de detalhar. O documento prevê que em 2010, a temperatura atmosférica global terá um aumento entre 1,4º C e 5,8ºC e os níveis dos mares, entre 0,09 e 0,88 metro, dependendo da quantidade de emissões de gases de efeito estufa.

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Ele diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra, ao contrário de aquecer, vai esfriar nos próximos 22 anos. Os dados são ajustados para mostrar um aquecimento, que nãoé verdadeiro. Na verdade o aquecimento não é mais um assunto cientifico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e ecnomica.

O professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felicio fez doutorado sobre a Antártida e  afirma com todas as letras: “O aquecimento global é uma mentira”. O professor Ricardo mostrou que o nível do mar não esta aumentando e que o gelo derrete sim, mas depois volta a congelar, por que esse é seu ciclo. Lembra ainda que o El Niño, um fenômeno natural , faz esse nível variar cerca de um meio metro.


Na contramão do ambiental e politicamente correto, o professor cearense Jose Carlos Parente de Oliveira, da UFC, doutor em física com pós doutorado em Física da Atmosfera, diz que cientificamente, não se sustenta a tese de que a atividade humana influencia o clima no planeta, que não esta aquecendo. “Na verdade, a Terra está esfriando”, afirma.















FONTE E CRÉDITO : JORNAL NOITE E DIA 03 a 09 de agosto de 2012

COLETA SELETIVA: BOM PARA A ECONOMIA E MEIO AMBIENTE

Coleta seletiva de lixo é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma,  os matérias que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos). Este último tipo de lixo é descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos.
No sistema de coleta sem estes matérias seletiva, os matérias recicláveis são separados em: papeis, plásticos, matais e vidros. Existem indústrias que reutilizam estes materiais para a fabricação de matéria-prima ou até mesmo de outros produtos. Pilhas e baterias também são separadas, pois quando descartadas no meio ambiente provocam contaminação do solo. Embora não possam ser reutilizados, estes matérias ganham um destino apropriado para não gerarem a poluição do meio ambiente.
Os lixos hospitalares também merecem um tratamento especial, pois costumam estar infectados com grande quantidade de vírus e bactérias. Desta forma, são retirados dos hospitais de forma especifica (com procedimentos seguros) e levados para a incineração em locais especiais.
A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresas, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema importância para o desenvolvimento sustentável do planeta.

PARA FAZER A COLETA SELETIVA DE LIXO

De nada adianta uma pessoa fazer a classificação do lixo em casa e este ser misturado no caminhão de lixo. Portanto, este não é um processo individual e sim coletivo. Algumas prefeituras do Estado da Bahia já fornecem o serviço de coleta seletiva de lixo.

Em Feira de Santana, a empresa COBAFIS faz o serviço. Contatos pelo telefone (75) 3624-4481 ou pelo site www.rotadareciclagem.com.br

FONTE E CRÉDITO: JORNAL NOITE E DIA 03 a 09 de agosto de 2012
COMPLEMENTAÇÃO: Michelle Borges



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Encontro de Plano Municipal de Gestão de Resíduos em Feira de Santana


Criar um Plano de Gestão de Resíduos Sólidos (PGRS) que tenha a identidade de Feira de Santana. Foi com esta proposta que a Agência Reguladora e Fiscalizadora dos Serviços Públicos Municipais Concedidos (ARSEPUC) promoveu na manhã desta terça-feira (31), no Museu Parque do Saber, Audiência Pública para discutir a revisão do Plano de Gestão de Limpeza Urbana (PGLU) com adequação ao novo plano do Município.

O evento contou com a presença de estudantes, empresários, diretores de associações comunitárias, e membros de cooperativas ligadas à reciclagem na cidade. Segundo o professor Luis Mário Queiroz, especialista em Tratamento de Resíduos Sólidos, o município feirense é um dos poucos que têm procurado adaptar-se ao corretamente ao plano. 
“A realização da Audiência Pública é de extrema importância para que a população conheça e entenda os processos de destinação final dos resíduos sólidos. Sempre que venho à cidade observo como esta tem evoluído na área de limpeza pública, mas é preciso a colaboração de todos para que continuemos a avançar com mais sustentabilidade”, frisa.
Para o diretor presidente da Arsepuc, Alexandre Monteiro, o principal objetivo do evento é ouvir as propostas da comunidade e adequar o plano a realidade do Município. “É importante que o Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos (PGRS) tenha um viés social, para que possamos destinar apenas aquele material que for inservível. Através de um olhar social e ações educativas conseguiremos transformar o lixo em algo nobre”, ressalta.
Monteiro ainda informa que através dos ecopontos que serão instalados em pontos estratégicos da cidade os resíduos provenientes de entulhos terão a destinação correta.

“Diariamente são gerados aproximadamente 800 toneladas de entulho, que são descartados de forma irregular em terrenos baldios. Com a implantação dos ecopontos iremos transformar este entulho em agregado da construção civil. Além de colaborar com a renda de carroceiros, que serão remunerados ao depositar este tipo de material no local adequado”, explica.

FONTE E CRÉDITO : SITE FEIRADESANTANA.BA.GOV.BR http://www.feiradesantana.ba.gov.br/noticia.asp?id=12537

terça-feira, 31 de julho de 2012

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NÃO AJUDAM MATRIZ ENERGETICA NÃO AJUDA

Apesar de ter conquistado uma matriz energética equilibrada entre fontes de energia renováveis e tradicionais, o governo brasileiro tem se empenhado para manter essa relação diante de um cenário projetado pelo aumento do consumo de energia. Além de garantir a manutenção de sistemas, como o de produção de energia eólica e solar, os pesquisadores buscam novas fontes que poderiam complementar essa oferta para atender a crescente demanda do setor.

A principal motivação do governo para manter esse equilíbrio de fontes na matriz energética é o cumprimento da meta de redução das emissões de gases de efeito estufa. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas realizada em Copenhague no ano passado, a COP15, o Brasil se comprometeu a reduzir essas emissões entre 36,1% a 38,9% até 2020, em relação ao que emitia em 1990. Entre os setores estratégicos da economia, a energia está sob a mira dos órgãos que se debruçam sobre o problema.

“O setor energético representa a segunda maior preocupação do governo no quesito das emissões de gases de efeito estufa, perdendo apenas para o desmatamento e agropecuária [apontados como os vilões responsáveis por 70% das emissões], explicou Ana Lúcia Doladela , diretora da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O setor energético, desde a produção até o consumo, responde por cerca de 23% dessas emissões. “Uma das formas de reduzir esse impacto é renovar nossa matriz e aumentar nossa eficiência energética”, acrescentou.

Uma das estratégias adotadas pelo Brasil é a aproximação com especialistas europeus. O interesse nas experiências do Velho Continente explica-se pelos esforços e investimentos em pesquisa e produção de fontes alternativas de energia. Ana Lúcia Doladela disse que os técnicos brasileiros têm absorvido conhecimentos e tecnologias européias e acredita que essa relação pode resultar em parcerias estratégicas para o desenvolvimento do setor, ainda em crescimento no Brasil.

“A energia eólica foi estabelecida de forma competitiva. Mas a fotovoltaica ainda é cara e precisa de incentivos para se estabelecer. O ministério têm acompanhado as pesquisas e o governo vem adotando medidas como o estímulo ao uso da fonte solar térmica para aquecimento de água”, disse. A diretora do MMA ainda acrescentou que o país também precisa amadurecer tecnologicamente nas pesquisas sobre energia a partir dos oceanos. “Temos três fontes que são as ondas, mares e correntes marítimas. Ainda precisamos muito investimento em tecnologia”, explicou.

Em relação às fontes renováveis a partir da biomassa, como o etanol e o biodiesel, o Brasil assumiu uma posição de liderança no cenário internacional. Como a tendência é de aumento do consumo de energia no país, pesquisadores brasileiros buscam novas fontes que poderiam complementar essa matriz.
Em Concórdia, Santa Catarina, experimentos com o biogás produzido a partir de resíduos de suínos mostraram, segundo técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o potencial do produto tanto para a geração de energia demandada pelas propriedades rurais quanto como fator de agregação de valor à cadeia produtiva.  

“Os dados já mostram que o biogás pode se tornar um dos três grandes combustíveis do Brasil. O importante é termos mais fontes, promover o setor e o uso dos resíduos das cadeias produtivas, o que poderia agregar valor a essas produções e atender a demanda crescente por energia no país”, disse Manoel Teixeira Souza Júnior, chefe-geral da Embrapa Agroenergia.

FONTE e CRÉDITO: AGENCIA BRASIL

sexta-feira, 27 de julho de 2012

SE O EFEITO ESTUFA NÃO EXISTISSE, COMO SERIA A TERRA?

Provavelmente a terra se parecia muito com o planeta Marte

Marte não tem atmosfera espessa o suficiente para refletir o calor de volta para o planeta, por isso a temperatura lá é muito baixa. Alguns cientistas explicam que poderiam alterar a superfície e a atmosfera do planeta Marte criando condições de vida semelhantes ás da Terra, enviando “fábricas” que despejariam vapor de água e dióxido de carbono no ar. Se for gerado material suficiente. A atmosfera começara a ficar espessa o suficiente para reter mais calor e permitir que as plantas vivam na superfície. Uma vez que tenha coberto grande parte da superfície de Marte, as plantas começariam a produzir oxigênio. Após alguns milhares de anos, Marte talvez venha a gerar um ambiente em que os humanos possam caminhar e tudo graças ao efeito estufa.

O efeito estufa em si não é ruim, pois é o que permite que a Terra se mantenha quente o suficiente para a sobrevivência dos organismos vivos.

O aquecimento global: este é causado pelo aumento do efeito estufa?

Pense na Terra como sendo um carro que ficou estacionado o dia inteiro exposto ao Sol. Depois de algum tempo, a temperatura dentro do carro esta sempre bem mais alta do que a externa. Os raios do Sol entram pelas janelas do carro, e parte do calor é absorvida pelos assentos, painel, carpete e tapetes.

Quando esses objetos liberam calor, ele não sai totalmente pelas janelas. Um pouco se reflete no interior do veiculo. O calor que os assentos liberam tem um comprimento de onda diferente da luz do Sol que conseguiu atravessar as janelas. Isso quer dizer que a quantidade de energia que entra é maior do que a que sai. O resultado é um aumento gradual na temperatura dentro do carro.

Quando os raios do Sol atingem a atmosfera e a superfície da Terra, cerca de 70% da energia fica no planeta e é absorvida pelo solo, oceanos, plantas e por outros elementos. Os outros 30% se refletem no espaço por nuvens e outras superfícies refletivas. Mas mesmo os 70%  restantes que conseguem chegar aqui não ficam na Terra para sempre.

Tudo o que esta em volta da Terra e que absorve o calor para fora. Parte dele volta para o espaço e o resto acaba sendo refletido de volta para a Terra, onde atinge certos elementos na atmosfera, como dióxido de carbono, gás metano e vapor de água. O calor que não consegue sair pela atmosfera da Terra mantém o planeta mais aquecido do que o espaço sideral, porque há mais energia entrando por ela do que saindo. Tudo isso faz parte do efeito estufa que mantém a Terra aquecida.

AS PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS  

Há varias causas e efeitos transcorridos durante os últimos tempos. Uma das conseqüências principais do aquecimento global é o aumento do nível do mar, pois com o aumento da temperatura, as calotas polares derretem, ocorrendo assim, uma inundação de cidades litorâneas. Mais uma causa é o aumento de desertos, que gera com o aumento de temperatura e morte de plantas e animais, desequilibrando ecossistemas do mundo todo.

Há aumento de ciclones, tufões e furacões, que é gerado pela evaporação das águas do oceano. E o mais debatido nas escolas é o aumento de calor em todo planeta, que pode até gerar morte entre crianças e idosos.

Efeito estufa é o aquecimento gradual do planeta provocado pelo homem com indústria que emitem gases na atmosfera, acumulo de lixo e a criação de animais.O metano,gás do efeito estufa tem uma capacidade de reter calor na atmosfera 23 vezes maior que a do gás carbônico. Cerca 28% das emissões de gases mundiais desse gás vem da pecuária.

FONTE E CRÉDITO: JORNAL NOITE E DIA 27 de julho a 02 de agosto de 2012